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08 agosto 2011

SEMANA DA FAMÍLIA 2011


“MUTIRÃO BÍBLICO FAMILIAR”

Em unidade com toda a Igreja no Brasil, como Arquidiocese de Pelotas, mais uma vez estamos prontos para viver a proposta da CNBB - Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - da SEMANA NACIONAL DA FAMÍLIA, que se realizará dos dias 14 a 20 de agosto próximo.

O QUE REALIZAR NA NOSSA ARQUIDIOCESE?

Tendo presente o Plano Arquidiocesano de Pastoral para o ano de 2011 e observando a PRIORIDADE PASTORAL da ANIMAÇÃO BÍBLICA DA PASTORAL, queremos caracterizar a Semana Nacional da Família em toda a nossa Arquidiocese (Paróquias e Comunidades) com a seguinte ação: REALIZAR um grande “MUTIRÃO BÍBLICO FAMILIAR”.

EM QUE CONSISTE O “MUTIRÃO BÍBLICO FAMILIAR”?

Consiste em, a partir da Semana Nacional da Família (de 14 a 20 de agosto), organizar e concretizar uma “visitação especial às famílias” (casas) para apresentar a proposta arquidiocesana da AÇÃO COMUM da ANIMAÇÃO BÍBLICA DA PASTORAL: “Revitalizar os Grupos Bíblicos para a Leitura Orante permanente”, animando as famílias a abraçarem a proposta dos Grupos Bíblicos começando em suas próprias casas junto com as suas famílias e/ou com outras famílias.

COMO REALIZAR O “MUTIRÃO BÍBLICO FAMILIAR”?

a) Organizar todas as forças vivas (Pastorais, Movimentos, Associações e Organismos) de nossas Paróquias e Comunidades em vista dessa “visitação especial às famílias” (casas);
b) Realizar a “visitação especial às famílias” (casas) a partir da Semana Nacional da Família;
c) Levar na “visitação especial às famílias” (casas) o FOLDER da “LEITURA ORANTE” (produzido pela Arquidiocese); rapidamente explicá-lo e deixá-lo às pessoas da família visitada;
d) Explicar à família visitada a proposta pastoral arquidiocesana de 2011 dos GRUPOS BÍBLICOS PARA A LEITURA ORANTE PERMANENTE e apresentando/oferecendo o LIVRETO dos “ROTEIROS PARA O GRUPOS BÍBLICOS” (produzido pela Arquidiocese).

29 junho 2011

Arquidiocese de Pelotas

Divulgamos jubilosos o convite de Dom Jacinto, para a Celebração Eucarística de Ação de Graças pela criação da Província Eclesiástica de Pelotas e Elevação da Diocese de Pelotas em Sede Metropolitana. A celebração ocorrerá no dia 07/07 às 19:30, na Catedral Metropolitana de Pelotas.

A entrega do Pallium

Hoje, 29/06, às 04:30 da madrugada, horário de Brasília, 09:30 em Roma/IT, o arcebispo metropolitano Dom Jacinto Bergmann, recebeu o Pálio (Pallium) pelas mãos do Papa Bento XVI.
A Celebração Eucarística foi presidida pelo santo padre, na Basílica de São Pedro.

Estiveram presentes na ocasião significativa, representantes da família, da Arquidiocese de Pelotas, da Universidade Católica de Pelotas e da sociedade civil, e a cerimônia foi transmitida ao vivo, pela TV Canção Nova.


O que é o Pálio?




Pálio (do latim pallium: capa ou manto que cobre os ombros, e este de palla romana: manto romano de lã, que vem do grego Πάλλω: mover ligeiramente) é uma espécie de colarinho de lã branca, com cerca de 5 cm de largura e dois apêndices – um na frente e outro nas costas, com 6 cruzes bordadas ao seu longo e que expressa a unidade com o sucessor de Pedro.

Originalmente, era exclusivo dos papas, sendo depois estendido aos metropolitas e primazes, como símbolo de jurisdição delegada a eles pelo pontífice.

Destinado, portanto, aos bispos que assumem uma arquidiocese, o pálio simboliza o poder na província e sua comunhão com a Igreja Católica, ministério pastoral dos arcebispos e sua união com o Bispo de Roma.

Leia mais aqui.


O Pálio é confeccionado pelas monjas beneditinas do Mosteiro de Santa Cecília, em Roma. Para fazer os pálios, elas utilizam a lã dos dois cordeiros que são ofertados ao Papa anualmente, no dia 21 de janeiro, pois neste dia, celebra-se a Solenidade de Santa Inês, jovem mártir cristã dos primeiros séculos. Uma vez confeccionados, os pálios são abençoados pelo Papa, guardados numa arca junto ao túmulo do Apóstolo São Pedro, o primeiro pontífice, e entregues pelo próprio Papa, no dia 29 de junho de cada ano, na Solenidade de São Pedro e São Paulo, aos Arcebispos nomeados após a celebração do ano anterior. O uso do pálio, que nos primeiros séculos do cristianismo era exclusivo dos papas, passou a ser usado pelos Metropolitas a partir do século VI, tradição que vigora até os nossos dias.

O pálio é um símbolo que manifesta a particular união arcebispo que o recebe com o Papa, bispo de Roma.

20 abril 2011

A Primeira Páscoa da Arquidiocese

Mensagem de Páscoa que a Pascom recebeu do Arcebispo da Arquidiocese de Pelotas, a qual retribuimos através deste modesto site.

A PRIMEIRA PÁSCOA DA ARQUIDIOCESE

A palavra “páscoa” vem do hebraico “pessah” que significa “passagem”. No Antigo Testamento houve a páscoa, a pessah, a passagem do povo de Deus do Egito para a Terra Prometida – passagem da escravidão egípcia para a liberdade prometida. No Novo Testamento aconteceu a páscoa, a pessah, a passagem da morte na cruz para a ressurreição eterna do Filho de Deus – passagem da escravidão do pecado para a liberdade dos filhos de Deus.
Assim a Páscoa, a Pessah, a Passagem que os cristãos celebram é a festa mais relevante de sua fé. Atualizando a passagem da morte na cruz para a ressurreição eterna de Jesus Cristo, nós vivenciamos Nele a nossa passagem da morte do pecado para a vida da graça.
O Papa Bento XVI, como pastor universal, olhando com carinho a nossa realidade regional da metade sul do estado gaúcho e, por isso, eregindo, na semana que antecedeu a Páscoa deste ano de 2011, a Província Eclesiástica de Pelotas e elevando a nossa Diocese em Arquidiocese Metropolitana de Pelotas, proporcionou-nos a possibilidade de vivermos a primeira Páscoa como Arquidiocese. O que significa isso?
Além de vivenciarmos a passagem da morte na cruz para a ressurreição eterna de Jesus Cristo e Nele a nossa passagem da escravidão do pecado para a liberdade dos filhos de Deus, temos a graça de vivermos a passagem de uma valorização mais intensa da Igreja Católica na nossa região metade sul do Estado gaúcho; a passagem de uma comprovação positiva de nossa caminhada eclesial conjunta como Interdiocesano do Regional Sul 3 da CNBB; a passagem de um fortalecimento maior dessa caminhada eclesial conjunta através do apoio jurídico-pastoral por parte do Vaticano enquanto representante da Igreja Universal; e a passagem de uma confiança mais consciente na nossa potencialidade de batizados e batizadas na construção do Reino de Deus em nosso meio. É nosso dever, pois, abraçarmos juntos a responsabilidade que o ato pontifício da criação da Província e a elevação para Arqudiocese nos incumbe, que é de construirmos mais e melhor a Igreja de Cristo em nossa região. Devemos com coragem assumir um compromisso maior com Jesus Cristo – Caminho certo, Verdade segura e Vida plena; devemos com alegria viver uma vida eucarística mais intensa de participação, de doação, de partilha e de graça; e devemos com vigor lançar-nos para uma missão mais audaz de evangelizar a “terra santa” que é nosso povo querido desta região.
É a nossa primeira Páscoa como Arquidiocese de Pelotas. Vivenciá-la profundamente só nos fará mais felizes! Portanto, desejo a todos os arquidiocesanos e arquidiocesanas uma FELIZ PÁSCOA de 2011.

Dom Jacinto Bergmann,
Arcebispo Metropolitano de Pelotas.