04 junho 2014

Novena em Honra ao Sagrado Coração de Jesus



A Paróquia Sagrado Coração e Jesus convida a comunidade para participar da NOVENA em honra ao Sagrado Coração de Jesus, que irá acontecer de 21/06 até 29/09 na Igreja do Porto, sempre as 19h, com exceção do dia 21/06, que ocorrerá as 18h pois ocorrerá a missa do Crisma com Dom Jacinto Bergmann. Confira abaixo a programação, agende-se e participe!


PROGRAMAÇÃO NOVENA – Tema: A Oração do Creio
    
Data
Hora
Tema
Celebrante
21/06
Sábado, 18h
Creio no Espírito Santo
Dom Jacinto Bergmann
22/06
Domingo, 19h
Creio em Deus Pai todo poderoso, criador do céu e da terra
Pe. Edson Santos (Canguçu)
23/06
Segunda, 19h
E em Jesus Cristo seu único filho, Nosso Senhor.
Pe. Gelson Ferreira e colegas.
24/06
Terça,19h
Que foi concebido pelo poder do Espírito Santo, nasceu da Virgem Maria
Pe. Cirineu Furlanetto e Diác. Luizinho
25/06
Quarta, 19
Padeceu sob Pôncio Pilatus, foi crucificado, morto e sepultado, desceu a mansão dos mortos, ressuscitou ao terceiro dia.
Pe. Fabiano X. de Almeida (S. Lourenço)
26/06
Quinta, 19h
Subiu aos céus, está sentado a direita de Deus Pai todo poderoso
Pe. Tarcísio Rech (Gravataí)
27/06 (dia do Sagrado Coração de Jesus)
Sexta, 9h30
Adoração e benção do Santíssimo

Sexta, 15h
Oração do Rosário

Sexta, 19h
Donde há de vir a julgar os vivos e mortos.
Pe. Rogério (Montenegro)
28/06
Sábado, 19h
Na Santa Igreja Católica, na comunhão dos Santos, na remissão dos pecados.
Pe. Guilherme Panatieri
29/06
Domingo, 19h
Na ressurreição da carne, na vida eterna. Amém.
Pe. Edison e Pe. Severino

19 maio 2014

Somos obrigados a pagar o dízimo?

Fonte: Blog Pe. Paulo Ricardo
Os católicos são obrigados a pagar o dízimo, no sentido estrito do termo? Ou seja, devem dar 10% de seus rendimentos à Igreja? Essa pergunta se faz necessária porque é cada vez mais frequente ouvir, dentro da Igreja, um eco da pregação protestante, segundo a qual a determinação do Antigo Testamento de pôr à parte "o dízimo de todo fruto de tuas semeaduras, de tudo o que teu campo produzir cada ano" [1], deveria ser seguida ao pé da letra.
Para responder adequadamente a esta questão, é importante distinguir três leis: a lei natural, a lei da Igreja e a lei da caridade.
Com relação à primeira, Santo Tomás de Aquino diz que existe um fundamento natural para que o povo sustente os seus ministros. Diz ele: "Que o povo deve sustentar o os ministros do culto é determinação da razão natural, como também recebem do povo salário para seu sustento aqueles que servem o bem comum: os governantes, os militares, e outros" [2]. E ainda: "O preceito da paga dos dízimos, quanto ao seu aspecto moral, foi dado pelo Senhor e está no Evangelho de Mateus: 'Digno é o operário do seu salário'" [3].
No entanto, na história da Igreja, esse direito já foi contestado. Os movimentos protestantes anteriores à Reforma, por exemplo, contestavam o dízimo como direito natural. Não à toa a Igreja exigia dos valdenses, a quem ela acolheu no século XIII, após muito tempo de divisão, que confessassem o seguinte: "Cremos que se deve doar aos clérigos sob as ordens do Senhor o dízimo, as primícias e as oblações" [4]. Na mesma linha, um dos erros de John Wycliffe condenados pelo Concílio de Constança dizia: "Os dízimos são também esmolas, portanto os paroquianos podem negá-los a seu juízo em razão dos pecados de seus prelados" [5]. Ou seja, os pecados dos bispos ou dos sacerdotes não cancelam o dever de justiça que os fiéis têm de sustentar as suas necessidades.
Mas, nesse campo, não existe apenas a lei natural, como também a lei da Igreja. Santo Tomás diz que oferecer a Deus a décima parte dos próprios rendimentos não está na natureza das coisas, mas é um preceito judicial, uma determinação que pode ser mudada de acordo com as circunstâncias [6]. No Antigo Testamento, a tribo de Levi precisava ser sustentada pelas demais tribos de Israel; era razoável, portanto, que elas tivessem que lhe pagar 10% de seus rendimentos. Mas, assim como as leis chamadas cerimoniais – como oferecer bodes e carneiros no templo de Jerusalém –, essas leis judiciais não são mais vinculantes.
Agora, o que devem ser seguidas são as determinações das Igrejas locais. O Catecismo, ao explicar os mandamentos da Igreja, diz: "O quinto preceito ('prover às necessidades da Igreja, segundo os legítimos usos e costumes e as determinações') aponta ainda aos fiéis a obrigação de prover às necessidades materiais da Igreja consoante as possibilidades de cada um" [7]. Trata-se de um resumo do que estipula o Código de Direito Canônico, ao estabelecer que "os fiéis têm a obrigação de prover às necessidades de Igreja, de forma que ela possa dispor do necessário para o culto divino, para as obras de apostolado e de caridade, e para a honesta sustentação dos seus ministros" [8].
O mesmo Código estabelece, noutro lugar: "Os fiéis concorram para as necessidades da Igreja mediante subvenções que lhe forem solicitadas e segundo normas estipuladas pela Conferência episcopal" [9]. Atendendo a isto, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, em legislação complementar aprovada pela Santa Sé, determinou:
"Cabe à Província Eclesiástica dar normas pelas quais se determine a obrigação de os fiéis socorrerem às necessidades da Igreja, conforme o cân. 222, § 1. Busquem-se, contudo, outros sistemas que – fomentando a participação responsável dos fiéis – tornem superada para a manutenção da Igreja a cobrança de taxas e espórtulas." [10]
Então, é preciso consultar as Províncias Eclesiásticas para descobrir as normas que regulam a obrigação de socorrer às necessidades da Igreja. O caminho preferencial escolhido no Brasil é fazer que as pessoas tomem consciência de sua responsabilidade, mais do que simplesmente dar taxas e espórtulas à Igreja.
No que diz respeito à obrigação dos 10%, Santo Tomás não parece ser muito favorável a uma imposição estrita, afinal, esse valor se figura um pouco excessivo para a sustentação do clero. Além do mais, escreve o Aquinate, "os ministros da Igreja devem dedicar-se mais em promover o bem espiritual do povo do que em receber os bens temporais" [11]. Já que estamos na lei da graça, é mais interessante que a doação dos fiéis brote de sua generosidade do que de uma lei escrita. Isso quer dizer que as pessoas podem dar menos ou até mais de um décimo de suas rendas, de acordo com as necessidades de sua Igreja local e a generosidade que lhes inspira.
Quanto à lei da caridade, é importante notar que a Antiga Lei não tinha estabelecido o dízimo apenas para o sustento dos ministros, mas também para socorrer os pobres e necessitados. Para isso, não existem limites. Santo Tomás, com grande inteligência e fidelidade ao Evangelho, diz:
"A terceira espécie de dízimos, destinada a alimentar os pobres, foi aumentada na Lei nova, porque não somente a décima parte seria dada aos pobres, mas também o que sobrava, em cumprimento do preceito evangélico: 'O que sobrar, dai como esmola'. Quanto aos dízimos entregues aos ministros da Igreja, eles mesmos os dispensarão aos pobres." [12]
Não se deve esperar leis para fazer o bem. Existem, de fato, a lei natural e a lei eclesiástica; mas a lei da caridade deve brotar disto que está no Evangelho: Jesus, rico que era, fez-se pobre para nos enriquecer a todos. Do mesmo modo, devemos seguir essa " imitatio Christi – imitação de Cristo" e socorrer os mais necessitados.

Referências

  1. Dt 14, 22. A razão de ser desse dízimo estava explicada no versículo 29 desse mesmo capítulo: serviria para o levita, para o estrangeiro, para o órfão e para a viúva.
  2. Suma Teológica, II-II, q. 87, a. 1
  3. Suma Teológica, II-II, q. 87, a. 1, ad 2. Cf. Mt 10, 10
  4. DS 797
  5. DS 1168
  6. Suma Teológica, II-II, q. 87, a. 1
  7. Catecismo da Igreja Católica, 2043
  8. Código de Direito Canônico, cân. 222, § 1º
  9. Ibidem, cân. 1262
  10. Legislação Complementar ao Código de Direito Canônico emanada pela CNBB Decreto nº 2/1986
  11. Suma Teológica, II-II, q. 87, a. 1, ad 5
  12. Suma Teológica, II-II, q. 87, a. 1, ad 4. Cf. Lc 11, 41

07 maio 2014

Encontro para o Batismo


No batismo somos ungidos ou consagrados a Deus. Passamos a fazer parte do seu povo eleito, chamado a ser santo e a exercer a missão de Jesus Cristo. Somos o povo escolhido e consagrado para proclamar as maravilhas que o Senhor realizou. São Paulo diz que os cristãos são luz no Senhor. Devem proceder de modo digno da vocação que  receberam, pois são Templos de Deus e morada do Espírito Santo. ( 1 Cor 3, 16-17)

A Paróquia Sagrado Coração de Jesus promove Encontros de Batismo e Celebrações para que sejamos todos consagrados. Informe-se na secretaria.

05 maio 2014

Seguir Jesus por amor, não por vantagens, pede Papa

Santo Padre enfatizou que há cristãos que seguem Jesus por vaidade, sede de poder e de dinheiro, atitudes que são repreendidas por Cristo
Na Missa desta segunda-feira, 5, na Casa Santa Marta, Papa Francisco rezou para que Deus dê ao homem a graça de segui-Lo somente por amor. O Santo Padre destacou que, na Igreja, há pessoas que seguem Jesus por vaidade, sede de poder ou dinheiro.
No Evangelho do dia, vê-se a passagem em que Jesus repreende o povo que o procurava somente por ter sido saciado após a multiplicação dos pães e dos peixes. A partir disso, Francisco convidou os fiéis a pensarem se seguem Deus por amor ou por qualquer vantagem. “Porque somos todos pecadores e sempre há algum interesse que deve ser purificado no seguir Jesus, e devemos trabalhar interiormente para segui-Lo por Ele, por amor”.
O Santo Padre falou de três comportamentos que não são bons no caminho para seguir Jesus, atitudes que o próprio Cristo repreendeu. O primeiro deles é a vaidade. Como exemplo, o Papa citou as pessoas que dão esmola para aparecer.
“Algumas vezes, fazemos coisas procurando aparecer um pouco, procurando a vaidade. A vaidade é perigosa, porque nos faz escorregar no orgulho, na soberba e, depois, tudo termina ali. Faço uma pergunta: eu, como sigo Jesus? As coisas boas que eu faço, faço-as escondido ou gosto de me aparecer? Penso também em nós, pastores, porque um pastor que é vaidoso não faz bem ao povo de Deus, pode ser padre ou bispo, mas não segue Jesus se gosta da vaidade”.
Um segundo aspecto que Jesus reprova naqueles que O seguem é o poder. Francisco elencou como um caso claro o de João e Tiago, filhos de Zebedeu, que pediam a Jesus a graça de serem primeiro-ministro e vice-primeiro-ministro quando chegasse o Reino.
“Na Igreja, há os escaladores! Há tantos que batem à porta da Igreja para… Mas se você gosta, vá ao Norte e faça alpinismo: é mais saudável! Mas não venha à Igreja para escalar! Jesus repreende esses escaladores que procuram o poder”.
Os discípulos mudaram de atitude somente após a vinda do Espírito Santo, mas o Papa lembrou que o pecado permanece na vida cristã de forma que é bom cada um refletir sobre o modo como segue Jesus. “Por Ele, somente, até o fim, na cruz, ou procuro poder e uso um pouco a Igreja, a comunidade cristã, a paróquia, a diocese para ter um pouco de poder?”.
O terceiro e último aspecto destacado por Francisco é a sede de dinheiro. Trata-se de pessoas que procuram tirar algum lucro em cima da paróquia, da diocese, de um hospital ou de um colégio. É uma tentação que existe desde as primeiras comunidades cristãs, lembrou o Santo Padre.
“Peçamos ao Senhor que nos dê o Espírito Santo para seguirmos atrás d’Ele com retidão de intenção: somente Ele. Sem vaidade, sem vontade de poder e sem sede de dinheiro”.

26 abril 2014

A Palavra de Deus ressuscita a nossa vida!


QUANDO TOMAMOS POSSE DA PALAVRA DE DEUS, ELA DÁ VIDA À NOSSA VIDA E NOS TIRA DA TRISTEZA, DO DESÂNIMO, DO DESAPONTAMENTO; A PALAVRA DE DEUS RESSUSCITA A NOSSA VIDA!

”POR FIM, JESUS APARECEU AOS ONZE DISCÍPULOS ENQUANTO ESTAVAM COMENDO, REPREENDEU-OS POR CAUSA DA FALTA DE FÉ E PELA DUREZA DE CORAÇÃO, PORQUE NÃO TINHAM ACREDITADO NAQUELES QUE O TINHAM VISTO RESSUSCITADO” (MARCOS 16, 14)

Hoje Jesus, que se manifesta vivo e ressuscitado na vida de cada um de nós, vem também repreender a nossa incredulidade e a nossa falta de fé. Primeiro foi Maria Madalena que testemunhou e anunciou aos que estavam tristes e desanimados, porque Jesus havia morrido, afirmando: ”Eu O vi e Ele está vivo! Ele está ressuscitado!”. Mas não deram crédito a ela. Jesus, depois apareceu a mais dois discípulos, e estes também testemunharam que o Senhor estava vivo e ressuscitado, mas também não deram crédito a eles.

Então, quando Jesus aparece no meio dos Seus, Ele repreende a dureza, a falta de fé e de credibilidade naquilo que Ele havia dito e anunciado. Porque as Escrituras davam testemunho d’Ele, mas além disso, eles comeram e beberam com o Senhor e viram os milagres d’Ele, testemunharam a ação de Deus no meio deles. E Jesus, muitas vezes, lhes dizia que haveria de sofrer, padecer, ser crucificado e morto pela mão dos homens, mas no terceiro dia haveria de ressuscitar.

Mas eles perderam a memória, eles não levaram a sério aquilo que Jesus já havia anunciado ao coração deles, e é por isso que estavam tristes e desanimados, porque não deram crédito ou não tomaram posse da Palavra de Deus na vida deles.

É isso que Deus está falando ao nosso coração no dia de hoje: nós, muitas vezes, estamos tristes, desanimados, perdemos o foco e o rumo da vida, porque não damos crédito à Palavra de Deus. Nós não damos crédito àquilo que Deus tem prometido a nós, à nossa vida, por isso, o desalento toma conta de nós; o desânimo toma conta da nossa vida e nós, muitas vezes, deixamos de experimentar as graças de Deus porque a incredulidade toma conta de nós.

Jesus está, na passagem de hoje, repreendendo essa nossa falta de fé, essa nossa falta de entusiasmo com a Sua Palavra, sobretudo a essa nossa falta de crédito a ela. Nós ouvimos, escutamos, lemos, mas não tomamos posse da Palavra de Deus em nossa vida; é a razão de estarmos, muitas vezes, tristes e desnorteados!

Quando tomamos posse da Palavra de Deus, ela dá vida à nossa vida, ela nos tira da tristeza, do desânimo e do desapontamento. A Palavra de Deus ressuscita a nossa vida! Nós passamos por desânimos, por situações difíceis, mas quando acreditamos naquilo que Deus promete a nós, não perdemos a esperança.

Que Deus, hoje, ressuscite a nossa fé, que Ele levante o nosso ânimo e ressuscite a nossa esperança!

Uma feliz Páscoa para você!

23 abril 2014

Catequese - Vaticano

CATEQUESE
Praça São Pedro – Vaticano
Quarta-feira, 23 de abril de 2014
Boletim da Santa Sé
Tradução: Jéssica Marçal
Queridos irmãos e irmãs, bom dia!
Esta semana é a semana da alegria: celebramos a Ressurreição de Jesus. É uma alegria verdadeira, profunda, baseada na certeza de que Cristo ressuscitado não morre mais, mas está vivo e ativo na Igreja e no mundo. Tal certeza mora nos corações dos crentes daquela manhã de Páscoa, quando as mulheres foram ao sepulcro de Jesus e os anjos disseram a elas: “Por que procurais entre os mortos Aquele que está vivo?” (Lc 24, 5). “Por que procurais entre os mortos aquele que está vivo?”. Estas palavras são como uma pedra milenar na história; mas também uma “pedra de tropeço”, se não nos abrimos à Boa Notícia, se pensam que dê menos cansaço um Jesus morto que um Jesus vivo! Em vez disso, quantas vezes, no nosso caminho cotidiano, temos necessidade de ouvirmos dizer: “Por que estais procurando entre os mortos Aquele que está vivo?”. Quantas vezes nós procuramos a vida entre as coisas mortas, entre as coisas que não podem dar vida, entre as coisas que hoje são e amanhã não serão mais, as coisas que passam… “Por que procurais entre os mortos Aquele que está vivo?”.
Temos necessidade disso quando nos fechamos em qualquer forma de egoísmo ou de auto-piedade; quando nos deixamos seduzir pelos poderes terrenos e pelas coisas deste mundo, esquecendo Deus e o próximo; quando colocamos as nossas esperanças em vaidades mundanas, no dinheiro, no sucesso. Então a Palavra de Deus nos diz: “Por que procurais entre os mortos Aquele que está vivo?”. Por que estás procurando ali? Aquela coisa não pode te dar vida! Sim, talvez te dará uma alegria de um minuto, de um dia, de uma semana, de um mês… e depois? “Por que procurais entre os mortos Aquele que está vivo?”. Esta frase deve entrar no coração e devemos repeti-la. Vamos repeti-la juntos três vezes? Façamos um esforço? Todos: “Por que procurais entre os mortos Aquele que está vivo?” [repete com a multidão] Hoje, quando voltarmos para casa, digamos essa frase do coração, em silêncio, e nos façamos esta pergunta: por que eu, na vida, procuro entre os mortos Aquele que está vivo? Fará bem a nós.
Não é fácil ser aberto a Jesus. Não se deduz aceitar a vida do Ressuscitado e a sua presença em meio a nós. O Evangelho nos faz ver diversas reações: aquela do apóstolo Tomé, aquela de Maria Madalena e aquela dos dois discípulos de Emaús: faz bem a nós confrontarmo-nos com eles. Tomé coloca uma condição à fé, pede para tocar a evidência, as chagas; Maria Madalena chora, O vê, mas não O reconhece, dá-se conta de que é Jesus somente quando Ele a chama pelo nome; os discípulos de Emaús, deprimidos e com sentimentos de derrota, chegam ao encontro com Jesus deixando-se acompanhar por aquele misterioso andarilho. Cada um por caminhos diversos! Buscavam entre os mortos Aquele que está vivo e foi o mesmo Senhor a corrigir a rota. E eu o que faço? Qual a rota sigo para encontrar o Cristo vivo? Ele estará sempre próximo a nós para corrigir a rota se nós tivermos errado.
“Por que procurais entre os mortos Aquele que está vivo?” (Lc 24, 5). Esta pergunta nos faz superar a tentação de olhar para trás, para aquilo que foi ontem, e nos impele a seguir adiante rumo ao futuro. Jesus não está no sepulcro, é o Ressuscitado! Ele é o Vivo, Aquele que sempre renova o seu corpo que é a Igreja e o faz caminhar atraindo-o para Ele. “Ontem” é o túmulo de Jesus e o túmulo da Igreja, o sepulcro da verdade e da justiça; “hoje” é a ressurreição perene rumo à qual nos impele o Espírito Santo, doando-nos a plena liberdade.
Hoje é dirigida também a nós esta interrogação. Você, por que procuras entre os mortos Aquele que está vivo, você que se fecha em si mesmo depois de um fracasso e você que não tem mais a força de rezar? Por que procuras entre os mortos Aquele que está vivo você que se sente sozinho, abandonado pelos amigos e talvez também por Deus? Por que procuras entre os mortos Aquele que está vivo você que perdeu a esperança e você que se sente aprisionado pelos seus pecados? Por que procuras entre os mortos Aquele que está vivo você que aspira à beleza, à perfeição espiritual, à justiça, à paz?
Precisamos ouvir repetir e recordarmos sempre a advertência do anjo! Esta advertência, “Por que procurais entre os mortos aquele que está vivo”, ajuda-nos a sair dos nossos espaços de tristeza e nos abre aos horizontes da alegria e da esperança. Aquela esperança que remove as pedras dos sepulcros e encoraja a anunciar a Boa Nova, capaz de gerar vida nova para os outros. Repitamos esta frase do anjo para tê-la no coração e na memória e depois cada um responda em silêncio: “Por que procurais entre os mortos Aquele que está vivo?” Repitamos a frase! [repete com a multidão] Vejam, irmãos e irmãs, Ele está vivo, está conosco! Não caminhemos para tantos sepulcros que hoje te prometem alguma coisa, beleza, e depois não te dão nada! Ele está vivo! Não procuremos entre os mortos Aquele que está vivo! Obrigado.

22 abril 2014

O Calvário, ponto de encontro dos que amam


Não é possível que deixemos de sofrer simplesmente porque não podemos ser dispensados de amar.
Quando Jesus advertiu que, para segui-Lo, era preciso renunciar-se a si mesmo e tomar a sua cruz [1], talvez os discípulos não pensassem que Ele verdadeiramente tomaria uma “cruz”, no sentido literal. De fato, após subir a Jerusalém, o Cristo “foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado”, como rezamos no Credo Niceno-Constantinopolitano. O próprio Deus foi estendido sobre um madeiro: “tomou a sua cruz”. E pediu que o imitássemos.
É verdade, nem todos os cristãos são chamados a imitar Jesus derramando o seu sangue por Ele. Mas todos, sem exceção, devem carregar a sua cruz, dia após dia, a fim de dizer, com São Paulo: “Estou pregado à cruz de Cristo” [2]. Era com esta atitude espiritual que São Josemaría Escrivá recomendava que os cristãos olhassem para os crucifixos despojados de Cristo: “Quando vires uma pobre Cruz de pau, só, desprezível e sem valor... e sem Crucificado, não esqueças que essa Cruz é a tua Cruz: a de cada dia, a escondida, sem brilho e sem consolação..., que está à espera do Crucificado que lhe falta. E esse Crucificado tens de ser tu” [3].
No entanto, muitas pessoas parecem agir com temor da cruz, quando não com desprezo e desdém. Dizem, orgulhosamente, que o madeiro ao qual Jesus foi pregado não deve ser ostentado por ninguém e, contrapondo-lhe o milagre da ressurreição, rejeitam a exaltação da Santa Cruz como culto da dor e do masoquismo.
Ora, é verdade que a crucificação era uma das penas mais infames que se aplicava aos homens nos tempos do Império Romano. Porém, “na Paixão [de Cristo], a Cruz deixou de ser símbolo de castigo para se converter em sinal de vitória” [4]. Por sua obediência ao Pai, Jesus transformou aquilo que era maldição em salvação para todos os homens. “Sua sanctissima passione in ligno crucis nobis justificationem meruit – Pela sua santíssima paixão no madeiro da cruz, Ele mereceu-nos a justificação” [5], ensina o Concílio de Trento. E, do mesmo modo, o Vaticano II: “[Ele] mereceu-nos a vida com a livre efusão do seu sangue; n’Ele nos reconciliou Deus consigo e uns com os outros e nos arrancou da escravidão do demônio e do pecado” [6].
Por esse motivo, a Igreja saúda a cruz como “única esperança”. No dizer de Santa Rosa de Lima, “fora da cruz, não há outra escada por onde se suba ao céu”.
Mais do que apontar o erro evidente desses “que se portam como inimigos da cruz de Cristo” [7], cabe perguntar qual atitude espiritual está por trás disso: o que faz as pessoas agirem com tanta indiferença, quando não com ódio, em relação à Cruz?
Essas pessoas, que até vão à igreja e começam uma vida de oração, ou não compreenderam o significado da redenção – e isto uma boa catequese e um ato de fé podem consertar – ou estão afetadas por uma “teologia da prosperidade”, que, prometendo paraíso neste mundo, as aliena e faz que coloquem o coração nas coisas materiais e passageiras, ao invés das espirituais e eternas. Diante dos sofrimentos que Deus permite por que passem, fogem invariavelmente, até mesmo na oração, esquecendo-se de fazer a súplica do Pai-Nosso: “fiat voluntas Tua – seja feita a Vossa vontade”.
Não devemos pedir a Deus que nos livre das cruzes, mas que nos ajude a suportá-las. Neste mundo, não é possível que sejamos privados de sofrer simplesmente porque não podemos ser dispensados de amar. A vontade de Deus é que sejamos santos, que O amemos, mas, para que isso aconteça, precisamos primeiro crucificar-nos para o mundo [8], purificar o nosso amor: “Cada dia um pouco mais – tal como ao esculpir na pedra ou na madeira –, é preciso ir limando asperezas, tirando defeitos da nossa vida pessoal, com espírito de penitência, com pequenas mortificações (...). Depois, Jesus vai completando o que falta” [9].
A verdade da Cruz é esta: o mesmo caminho que Deus fez para unir o Céu à Terra [10] é o que nós devemos percorrer para nos assemelharmos a Ele. Dois mil anos depois, o Calvário continua sendo o ponto de encontro dos que amam: de Jesus e de Seus santos.
Por Equipe Christo Nihil Praeponere

Referências

  1. Mc 8, 34
  2. Gl 2, 19
  3. Caminho, 178
  4. São Josemaría Escrivá, Via Sacra, IIª estação, 5
  5. Sessão 6ª, Decretum de iustificatione, c. 7: DS 1529
  6. Constituição pastoral Gaudium et spes, 7 de dezembro de 1965, n. 22
  7. Fp 3, 18
  8. Cf. Gl 6, 14
  9. São Josemaría Escrivá, Forja, 403
  10. Cf. Ef 1, 10

18 abril 2014

Semana Santa

O Tríduo Pascal iniciou ontem, dia 17/04 com a missa do Lava-pés.
Segundo Pe. Paulo Ricardo nos escreve, na Quinta-feira, dia da Instituição da Eucaristia, do Lava-pés, a Igreja canta o "Ubi caritas" e se alegra, pois, 'onde está a caridade', o amor, Deus aí está.
Na Sexta-feira da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo, é Ele mesmo que nos repreende, nos indaga: "Povo meu, o que Te fiz?", são os "Improperium" e a Igreja clama: "Deus Santo, Deus forte, Deus Imortal, tende piedade de nós.” Finalmente, no Sábado Santo a terra toda que estava em silêncio e solidão, exulta de alegria e adora Aquele que venceu a morte. Está vivo. Ressuscitou.
O Pe. Edson Stein, na Celebração na Paróquia Sagrado Coração de Jesus, salientou que Jesus no Lava-pés se mostrou servo humilde e deixou uma missão para os primeiros sacerdotes da Igreja.
A Paróquia Sagrado Coração de Jesus permaneceu em vigília durante toda a noite. Hoje, dia 18/04 as 15h acontecerá a Celebração da Paixão e Morte de Jesus na matriz Sagrado Coração de Jesus. Pe. Edson ressaltou a importância da participação de toda comunidade e família Cristã neste momento da morte de Jesus.
A programação segue as 19h com a Procissão do Encontro. A saída dos Homens será na Comunidade Nossa Senhora do Rosário (
R. João Manoel, 150) e das Mulheres na Comunidade São Pedro (R. Andrade Neves, 915 - Beneficência Portuguesa). Ambas as procissões se encontrarão na Igreja Matriz Sagrado Coração de Jesus. Em caso de CHUVA, acontecerá da mesma forma, dentro da Igreja.

05 abril 2014


Boa Noite a todos,

É com satisfação que informamos que o Blog da Paróquia está sendo novamente ativo.

Convidamos a todos que queiram fazer uso do espaço para divulgar questões relacionadas a Paróquia, que enviem e-mail para joares.rodrigues@gmail.com.

Vamos nos programar para semana mais importante do ano litúrgico.



Programação Semana Santa :

13.04 - Domingo de Ramos 
10h - Missa de Ramos na Igreja Matriz Sagrado Coração de Jesus (a benção dos Ramos também será dada nas outras missas). 

17.04 - Quinta-feira Santa 
09h - Missa da Crisma, com renovação das promessas sacerdotais na Catedral Metropolitana 
19h - Missa da Instituição da Eucaristia com lava-pés na Igreja Matriz Sagrado Coração de Jesus. Após a Missa, acontecerá a Vigília Eucarística e Confissões, 

18.04 - Sexta-feira Santa (dia de jejum e abstinência)
09h - Via Sacra encenada (saída da Comunidade São Francisco);
15h - Celebração da Paixão e Morte de Jesus na matriz Sagrado Coração de Jesus;
19h - Procissão do Encontro. A saída dos Homens será na Comunidade Nossa Senhora do Rosário e das Mulheres na Comunidade São Pedro. Ambas as procissões se encontram na Igreja Matriz Sagrado Coração de Jesus.
19.04 - Sábado Santo 
16:30 - Missa de Páscoa na Comunidade São Francisco; 
17h - Missa de Páscoa na Comunidade São Pedro; 
20h - Vigília Pascal na Igreja Matriz Sagrado Coração de Jesus. 

20.04 - Domingo de Páscoa
 
09h - Missa de Páscoa na Comunidade Nossa Senhora do Rosário;
10h - Missa de Páscoa na Igreja Matriz Sagrado Coração de Jesus; 
19h - Missa de Páscoa na Igreja Matriz Sagrado Coração de Jesus.


03 julho 2013

Campanha Eleições Limpas


Convite
 Aos paroquianos.
 Nossa paróquia está engajada na campanha nacional Eleições Limpas do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral do qual fazem parte a CNBB, OAB e outras 70 entidades. A campanha visa a coleta de um milhão e quinhentas mil assinaturas – 1% dos eleitores – no abaixo-assinado de subscrição ao projeto de lei de iniciativa popular à Câmara dos Deputados, visando a Reforma Político/eleitoral e o combate à corrupção.
Entre as mudanças propostas para moralização da política está: financiamento democrático das campanhas, fim das coligações nas eleições proporcionais, unificação do calendário eleitoral e ampliação da participação popular.
É muito simples participar da campanha, basta imprimir o formulário anexo e colher a assinatura de sete eleitores. Pode optar pela assinatura eletrônica, via internet
Seja um(a) multiplicador(a); repasse para o seu mailing list ou divulgue no facebook, twitter, etc
Favor entregar os formulários preenchidos na Igreja do Porto até o segundo fim-de-semana de julho. Horários das missas: sábados, às 18h e domingos, às 10 e às 19h ou na secretaria: Gomes Carneiro, 1319, à tarde.
Contamos com você.
         Um carinhoso abraço com a paz de Jesus Cristo.
                                              Aldevar Araujo


Saiba mais visitando o link abaixo: 
http://eleicoeslimpas.org.br/


29 junho 2013

Missa da Família e Campanha Eleições Limpas


Convite
Irmãos em Cristo.
O Movimento Familiar Cristão e a Paróquia Sagrado Coração de Jesus convidam as famílias mefecistas e paroquianos para a Missa da Família, neste domingo, às 19h.
Em sua palestra na Noite de Formação sobre o Ano da Fé, Pe. Edison apresentou 10 sugestões para vivê-lo. A 1ª Ir à Missa, pois através da Eucaristia temos um encontro pessoal com Jesus, além de consolidarmos nossa fé através da Liturgia da Palavra, da música, da homilia, fazendo parte de uma comunidade de fé. A 9ª é: Convidar um amigo para a Missa. Pense que um convite pessoal pode fazer a diferença para alguém que se afastou da fé ou que se sente excluído da Igreja. Conheça as demais no texto anexo.
Informamos, ainda, que a paróquia está engajada na Campanha Eleições Limpas do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral - MCCE para a coleta de um milhão e quinhentas mil assinaturas do abaixo-assinado para apresentar projeto de lei de iniciativa popular ao Congresso Nacional, visando a moralização da política e o combate à corrupção.

Para assinar é indispensável o Título de Eleitor.
          
            Aldevar e Ana Luisa Araujo
           
             p/coordenação da Equipe da Missa da Família


SUGESTÕES PARA VIVER O ANO DA FÉ 

Baseadas nas orientações da Congregação para a Doutrina da Fé, algumas dessas sugestões são já deveres dos católicos; outras podem ser vividas em qualquer altura, especialmente durante o Ato da Fé. 

1. Ir à Missa 
O Ano da Fé pretende promover o encontro com Jesus. Isso acontece mais imediatamente na Eucaristia. Ir à missa com frequência consolida a fé pessoal através das Escrituras, do Credo, de outras orações, da música sagrada, da homilia, recebendo a Comunhão, e fazendo parte de uma Comunidade de fé. 

2. Ir à Confissão 
Tal como pela Missa, os católicos encontram força e aprofundam a fé pela participação no Sacramento da Penitência e Reconciliação. A confissão alenta as pessoas a regressarem a Deus, a expressarem arrependimento por terem caído e a abrirem as suas vidas para o poder curativo da graça de Deus. Perdoa as faltas do passado e dá força para o futuro. 

3. Conhecer as vidas dos santos 
Os Santos são exemples intemporais de como se vive uma vida cristã, e dão-nos uma grande esperança.

Eles foram pecadores que persistiram em estar mais perto de Deus, e além disso apontaram caminhos por onde podemos servir a Deus: no ensino, no trabalho missionário, na caridade, na oração, ou simplesmente procurando agradar a Deus nas ações e decisões correntes da vida diária. 

4. Ler a Bíblia diariamente 
A Escritura permite um acesso em primeira mão à Palavra de Deus e conta a história da salvação humana. Os católicos podem rezar as Escrituras (pela lectio divina ou por outros métodos) para  mais em sintonia com a Palavra de Deus. Em qualquer Caso, a Bíblia é uma necessidade para crescer no Ato da Fé. 

5. Ler os documentos do Vaticano II 
O Concilio Vaticano II (1962-1965) marcou o inicio de uma grande renovação da Igreja. Teve impacto na forma de celebrar a Missa no papel dos leigos, na compreensão que a Igreja tem de si mesma e das Suas relações com outros Cristãos e com não-Cristãos. Para continuar essa renovação os católicos precisam de entender o que é que o Concilio ensinou e como é que isso beneficia a vida dos errantes. 

6. Estudar o Catecismo 
Publicado exatamente 30 anos depois do começo do Concilio, o Catecismo da igreja Católica abrange as crenças, os ensinamentos morais, a oração e os Sacramentos da Igreja Católica num só volume. E um recurso para crescer na compreensão da fé. 

7. Ser voluntário na. paróquia 
O Ano da Fé não pode ser só estudo e  A base sólida das Escrituras, do Concilio e do Catecismo deve ser traduzida para a  A paróquia é um bom lugar para começar, e os talentos de cada um ajudam a construir a Comunidade. As pessoas serão bem-vindas para tarefas de acolhimento, música litúrgica, leitores, catequistas e outros serviços na vida da paróquia. 

8. Ajudar quem precisa 
O Vaticano convida os católicos a dar esmola e tempo para ajudar os pobres durante o Ano da Fé. Isto significa encontrar pessoalmente Cristo nos pobres, marginalizados e nos mais vulneráveis. Ajudar os outros põe os católicos olhos nos olhos diante de Cristo e é exemple para o mundo. 

9. Convidar um amigo para a Missa 
O Ano da Fé pode ser global na finalidade, focando na renovação da fé e na evangelização de toda a Igreja, mas a verdadeira mudança acontece ao nível local. Um convite pessoal pode fazer a diferença para alguém que se afastou da fé ou que se sente excluído da Igreja. Todos nós conhecemos pessoas assim, por isso todos nós podemos fazer um convite amável. 

10. Viver as bem-aventuranças na vida diária 
As bem-aventuranças (Mateus 5, 3-12) são um ótimo modelo para a vida cristã. A sua sabedoria pode ajudar todos a ser mais humildes, pacientes, justos, transparentes, amáveis, inclinados ao perdão e livres. E precisamente o exemplo de fé vivida necessário para atrair pessoas para a Igreja durante este ano.

30 abril 2013

Programação trimestral e a paróquia


PARÓQUIA SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS

Boletim Informativo online
(abril – maio – junho)

ABRIL
14 12h30 – Almoço comunitário em beneficio dos jovens – JMJ Rio 2013.
16 19h30 – Reunião dos festeiros da Festa do Padroeiro 2013.
28 08h30 – Batizados na Igreja Matriz.

MAIO
11 e 12 
Bênção as mães em todas as missas.
22 
19h30 – Encontro com os pais da catequese da 1ª e 2ª etapa.
30 
19h30 – Corpus Chrísti – Missa e Procissão.


FESTA DO PADROEIRO 2013

JUNHO
04,05,06 
19h30 – Tríduo em honra do Sagrado Coração de Jesus

07 - Sexta feira – Dia do Sagrado Coração de Jesus
8h às 21h – Programação especial: Igreja aberta para acolher as procissões.
10h – Missa
19h30 – Missa festiva

09 às 10h – Missa, seguida de almoço festivo no salão paroquial

14 e 21 às 19h30 – Preparação para o Batismo
30 às 8h30, Batizados, e 15h, Missa no Santuário de Guadalupe.

Horário das Celebrações

Comunidade da Matriz
Rua Alberto Rosa, 251
Sexta-feira: 
18h - Missa da Saúde, com bênção da saúde e de objetos.
Na 1ª sexta-feira do mês, missa em honra do Sagrado
Coração de Jesus com adoração ao Santíssimo Sacramento.
Sábado: 18h
Domingo: 10h – Missa das Crianças e 19h
Comunidade São Pedro
Rua Andrade Neves (Capela da Beneficência)
Missa aos sábados, às 17h
Comunidade Nossa Senhora do Rosário
Rua João Manoel, nº 145
Missa no 2º sábado, às 16h30
Comunidade São Francisco de Assis
Rua Visconde de Jaguari, 119
Missas no 1º sábado, às 16h30, e no 3º domingo, às 9h

Atividades fixas da Paróquia

Grupo de jovens: 
Reuniões aos sábado, após a missa – Salão Paroquial
Movimento de Emaús: 
Escola de Formação, às quintas-feiras, às 21h – Salão Paroquial

Grupos de oração
Sagrado Coração de Jesus: 
segundas-feiras, às 15h
 Oficina de Oração e Vida: 
quarta-feira, às 14h

Apostolado da Oração: 
Reunião 1ª sexta-feira do mês, às 16h
Confraria do Rosário: 
1ª quarta-feira do mês, às 15h
Pastoral do idoso: 
Reuniões às sextas-feiras, às 14h
Pastoral da Saúde: 
Reuniões às quartas-feiras, às 15h
Ação Social: 
Reuniões às terças-feiras, às 14h
Pastoral Social: 
Atendimento às segundas, terças e sextas-feiras, das 14 às 17h


BOLETIM EXPLICADINHO

Procissões ou Caminhadas

Trata-se de uma ideia inovadora. Na verdade, os paroquianos são convidados a fazerem várias procissões ou caminhadas, saindo de diferentes lugares durante o Dia do Padroeiro, 07 de junho, sexta-feira. A procissão ou caminhada pode ser individual, familiar, de movimentos, grupos, pastorais ou comunidades, escolas, finalizando com uma visita e oração na matriz, que estará aberta durante todo dia para acolher os penitentes que homenagearão ao Sagrado Coração de Jesus com esse significativo gesto.

Jovens na JMJ Rio2013

Nossa paróquia estará representada por dez jovens na Jornada Mundial da Juventude, de 23 a 28 de julho, quando são esperados 2,5 milhões de jovens no Rio de Janeiro para encontrar-se com o Papa Francisco.
A JMJ é um evento internacional, organizada pela Igreja Católica a cada 2 ou 3 anos num pais diferente, com o objetivo de promover o encontro do papa com jovens católicos e de outras religiões do mundo todo. Foi criada em 1985 pelo Papa João Paulo II para quem “... A esperança de um mundo melhor está numa juventude sadia, com valores, responsável e, acima de tudo, voltada para Deus e para o próximo.”
Para arrecadar fundos para passagem e estadia, o Grupo Jovem está fazendo eventos e vendendo doces de Pelotas no final das missas. Colabore.

Sacramento da iluminação

O que é o Batismo?
É um dos sacramentos da iniciação cristã, junto com a Eucaristia e a Confirmação. São esses sacramentos que estabelecem os fundamentos da vida cristã.
O Batismo recebe esse nome por causa do rito central com o qual é celebrado: batizar significa “imergir” na água. Quem é batizado é imerso na morte de Cristo e ressurge com ele como “criatura nova” (2cor 5,17). É chamado também de “banho da regeneração e renovação do Espírito Santo” (Tt 3,5) e de “iluminação” porque o batizado se torna “filho da luz“ (f 5,8-9).
Fonte: Compendio do Catecismo da Igreja Católica, nº 251.
Para quem deseja batizar em nossa paróquia é necessário fazer uma preparação, cuja inscrição é feita às sextas-feiras, na parte da tarde, na secretaria da paróquia. Informações sobre datas de preparação e posterior batizado podem ser conseguidas pelo telefone (53) 3222-3678 ou através do e-mail paroquiadoporto@gmail.com.

Opções de Missão

Sob o título de “Atividades fixas de nossa paróquia”, o Boletim Informativo trimestral, distribuído recentemente, nos apresenta um amplo leque de opções de atividades pastorais, espirituais e de ação social nas quais os paroquianos que desejarem poderão integrar-se e exercer sua cidadania batismal, ou seja, serem discípulos missionários para a propagação da Palavra de Deus e ajuda aos irmãos necessitados. Vale lembrar que no ato do seu batismo o batizado recebe este mandato: “Seja luz de Cristo”.
Procure o pároco ou os integrantes do Conselho Paroquial de Pastoral e inscreva-se.
Trabalho é o que não falta.

Canal de comunicação com Deus

Entre as atividades fixas do B.I. a agenda do Grupo de Oração Sagrado Coração de Jesus da Oficina de Oração e Vida, do Apostolado da Oração e da Confraria do Rosário, que são preciosas oportunidades de oração que nossa paróquia oferece para as pessoas orarem juntas e até aprenderem a orar. Entretanto, rezar só no grupo de oração, na oficina, no dia da reunião do Apostolado ou da Confraria é muito pouco. A todo instante devemos rezar, mas a Igreja propõe momentos para uma oração diária continua: oração da manhã e da tarde, antes e depois das refeições. Incentiva, ainda, a reza do Santo Rosário e a Eucaristia, a oração mais perfeita.
Segundo o catecismo, “as formas essenciais de oração são a bênção e a adoração, a oração de súplica e a intercessão, a ação de graças e o louvor. A Eucaristia contém e exprime todas as formas de oração.” (Compêndio do Catecismo nº 550)
“Para bem rezar”, que está na contracapa do BI é um conjunto de dez dicas para quem deseja fazer uma oração bem feita. Vale a pena ler.
Disse Jesus: “Orai sem cessar”. Então ...

O verdadeiro dízimo

Em sua mensagem no boletim informativo paroquial, nosso pároco divulga o Projeto Arquidiocesano da Pastoral do Dízimo, demonstrando que o dízimo é bíblico, pois está fundamentado na Palavra de Deus, devendo, por isso, basear-se na teologia da gratuidade e alteridade, dar sem nada receber. O Dízimo, dado por amor a Deus, deve ser oferenda, partilha e missão. Pe. Edison critica um dízimo baseado na Teologia da Prosperidade (dar para ganhar mais, para acumular mais) e o da Teologia da Miséria (dar as sobras do tempo e dos bens). O verdadeiro dizimo é também missão, doação do nosso tempo para ajudar a espalhar o Reino de Deus, levando a sua palavra aos que estão afastados, através das pastorais e serviços existentes na paróquia. Nossa oferta mensal em dinheiro mantém o templo e as necessidades materiais; mais do que isso, é partilhado com os irmãos carentes e financia a missão. Não cai do céu e nem vem de Roma. É nosso compromisso. Doe pouco ou muito do seu tempo ou dinheiro, mas doe.
Deus tudo nos dá; por amor nos deu Jesus Cristo, que morreu na cruz para nos salvar.
Através do Dizimo retribuímos a esse Deus-Amor. Dízimo não é taxa, não é imposto, não é
mensalidade, ao é uma divida comercial; é manifestação do nosso amor a Deus. O valor, maior ou menor, generoso e sem limites, e o tempo que dedicamos às coisas de Deus depende do tamanho do amor a Deus e aos irmãos.
Pe. Edison sugere as seguintes leituras sobre os fundamentos bíblicos: MT 10,5-10; Nm 18,23-24; Dt 16,16-17; Eclo 35,4.6.8-15; Lc 18,8-14; Lc 21,1-4; At 2,42-47. Reflita.

A perseverança dos neo-comungantes


Acontecerá no dia 22 de maio, às 19h30, um encontro com os pais dos catequizandos da primeira e segunda etapa que estão se preparando para a receber a Eucaristia.

O encontro faz parte de um esforço de conscientização dos pais de que eles são importantes no processo de evangelização e conversão dos filhos, posto que após receberem a eucaristia pela vez primeira, eles vão depender muito do incentivo dos pais para perseverarem. Isso vai implicar, normalmente, que os pais acompanhem a vida religiosa dos filhos, participando com eles das celebrações. Como diz o ditado: “as palavras comovem, os exemplos arrastam”.


Horário da Secretaria

Rua Gomes Carneiro, 1291
Terça a sexta-feira – 13h30 às 17h30
Sábado – 14h às 17h30