Mostrando postagens com marcador dízimo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador dízimo. Mostrar todas as postagens

28 agosto 2011

Dízimo: Compromisso de Fé

O dízimo não é para o padre da igreja. Como o dinheiro não cai do céu, é o dízimo que custeia a conservação do templo, as despesas com funcionários, luz, telefone, sistema de som, velas, produtos de limpeza, a côngrua dos padres, as pastorais sociais das comunidades, a tarefa missionária, as pastorais voltadas para as necessidades dos mais pobres, etc.
Como muitos católicos não aprenderam o valor do dízimo, a coordenação paroquial se vê obrigada a cobrar taxas e a fazer promoções para completar o que falta.
Até quando?


01 agosto 2011

Dízimo: Gesto de amor pessoal

Cada um contribua segundo tiver proposto no coração, não com tristeza ou por necessidade; porque Deus ama quem dá com alegria.

Como se pode notar, não havia na Biblia uma definição de quantidade (10%), as ofertas eram feitas segundo as posses de cada um. Este é o entendimento para o dizimo hoje, uma doação à Igreja de ofertas que devem ser usadas na manutenção do templo (troca do forro, por exemplo, luz, água, velas, telefone, empregados, etc), missões, meios de comunicação, mas, principalmente no auxilio aos irmãos mais carentes. Usa-se como parâmetro 10%, mas pode variar para menos. É um gesto de amor a Deus e ao próximo, generosidade e alegria, independente de percentual. Este depende da consciência de cada um.

Importa que sua contribuição mensal e pontual, através do dízimo, é indispensável para o desenvolvimento das atividades da paróquia, tanto administrativas como pastorais e ajuda aos pobres. Não se omita. Atualize o seu cadastro e o valor.

26 fevereiro 2011

O Dizimo e o Óbolo da Viúva

                  
“É honra e dever dos cristãos retribuir a Deus
                                         parte do que dele receberam”.
Concilio Vaticano II

Há quem não pague o dízimo porque trabalha nas obras sociais da igreja ou nas pastorais. Ao cristão que pensa assim, vale lembrar que o dom só é verdadeiro se for gratuito, ou seja, dar sem nada pedir em troca. Trabalhar para a construção do Reino de Deus aqui na terra deve ser um gesto de puro amor. Se faltar este requisito, esperando de Deus uma paga, sob qualquer forma, não se pode falar em gratuidade. O verdadeiro cristão, que faz por amor, não se sente credor de Deus, simplesmente faz e esquece.
A Teologia da Prosperidade de certas igrejas pentecostais seguem em sentido contrário, vale dizer, quanto mais se dá, mais se recebe; “vende tua casa ou dá todo o teu salário para Deus e Ele te abençoará e te dará em dobro”, pregam; só que isso pode não acontecer e aí o crente fica sem sua casa, sem o salário ou sem seu carro. Justificativa: “Se você não conseguiu o que o pastor prometeu é porque faltou fé ou talvez porque Deus exija um pouco mais de dinheiro para atender o teu pedido”.
O dízimo na nossa igreja parte de uma lógica diferente, Deus ama você e lhe deu tudo o que você tem, sendo o dízimo uma resposta do seu amor; a quantia a dar é uma conseqüência do grau de conversão e da possibilidade de cada um. A oferta, que até os padres devem fazer, deve ser entendida como um ato de gratidão e de generosidade.
A palavra dízimo vem do grego e significa a décima parte (10%). A Igreja Católica, no entanto, atenta à situação financeira dos fiéis, entende que a oferta pode ser menor. A propósito, lembre a parábola do Óbolo da Viúva, que deu duas moedinhas, mas deu tudo o que tinha. Ofertou, portanto, mais até do que aqueles que deram dez por cento. Não deu a sobra, uma migalha até porque Deus não precisa de esmolas.
O limite da oferta de cada um deve ser o grau do seu amor a Deus e aos irmãos carentes, o compromisso com a mantença da comunidade e com a evangelização. Por fim, Jesus não nos mandou multiplicar o pão – isso Ele faz – mandou-nos repartir!
Reajuste o seu dizimo ou torne-se dizimista. Seja pontual.
Dá o que pensar
A Receita oriunda do dízimo em janeiro foi de R$ 3.728,00 e cobriu apenas um terço das despesas do mês. Como dinheiro não cai do céu, a coordenação paroquial deve ter buscado recursos de outras fontes para honrar nossos compromissos ou caloteou os fornecedores.

Para sua reflexão quaresmal!
Mais Dízimo, aqui.

23 setembro 2010

Dízimo

O QUE É O DÍZIMO?

Dizimo é a devolução a Deus de uma pequena parcela de nossos bens em forma de ação de graças pelo muito que d’Ele recebemos. É aquela parte reservada e consagrada para a manutenção da religião e dos necessitados. Deus é dono
de tudo, por isso, reservar a Ele parte dos bens é uma retribuição justa por tudo que Ele nos tem dado.
O Dízimo é bíblico; em dezenas de citações da Bíblia aparece a orientação sobre o mesmo.
Por exemplo no livro do profeta Malaquias, está escrito: “Tragam o Dízimo completo para o tesouro do Templo ... Façam a experiência comigo, diz o Senhor ... Vocês vão ver se não abro os reservatórios do Céu, se não derramo minha benção de fartura” (Ml 3,10)

QUEM É QUE PEDE O DÍZIMO?

É o papa? É o bispo? É o padre ou o Coordenador da Pastoral da Comunicação? Não. É Deus!
Se Deus pede é porque o Dízimo é muito importante na vida da Igreja. E cada um de nós é responsável para que isto aconteça.
Deus não mente.
Deus não engana ninguém.
Deus cumpre aquilo que promete. Mas o que é que Deus promete?
Dar muitos bens materiais? Não.
Deus promete muito mais. Promete dar a bênção a cada um de nós, a felicidade eterna.
O Dízimo deve ser visto como dom de Deus. Dom que nos torna abertos para receber a graça de Deus. “Recebestes de graça, de graça dai” (MT, 10,8-10).
“Daí a Cesar o que é de Cesar e a Deus o que é Deus”. (Mc 12,17)

QUANTO DEVO DAR DE DÍZIMO?

Na Bíblia, São Paulo diz: “Cada um dê conforme o impulso de seu coração, não dê de má vontade ou constrangido, pois Deus ama a quem dá com alegria” (2Cr 9,7).
São Paulo não fala de dizimo de dez por cento, nem de um por cento. Ele prefere dizer que cristão faça a sua entrega “segundo o impulso do seu coração”. Portanto, para ser dizimista é importante ter um coração generoso e agradecido.
Por isso, cada um deve se questionar e decidir o quanto deve dar de Dízimo, que será a resposta concreta de sua fé. Portanto, de um a dez por cento, cada um deve consultar a sua consciência e de acordo com a sua possibilidade, estabelecer o valor de sua contribuição. Deus não olha a quantia que oferecemos. Olha sim a quantia do amor e da gratidão que temos para com Ele.
Deus não é mendigo. Não pede esmolas.
Por isso, também não merece nosso resto, nossa sobra, nossas migalhas.

POR QUE VOCÊ DEVE SER DIZIMISTA?

Porque a comunidade é sua! Você tem aqui a sua casa, batiza aqui os seus filhos, usa esta igreja para a catequese e recepção dos sacramentos.
Aqui você manda celebrar missa de ação de graças e, nos momentos de dor, reza pelos seus entes queridos.
Assim como na sua casa você tem gastos, a Igreja também tem suas despesas
mensais: manutenção do templo, dos móveis e imóveis, salário dos padres e dos funcionários, água, luz, telefone, folhetos impressos, gastos com as pastorais e serviços, etc.
Além disso, o Dízimo é criador do espírito comunitário, que nos lembra que amor sem caridade não é amor, e deve levar o cristão ao encontro do irmão necessitado, através das obras sociais mantidas pela paróquia.
Mas como praticar a caridade se a arrecadação do Dízimo de junho pagou apenas um terço das despesas e o de julho, apenas a metade?
O dízimo deveria ser suficiente para cobrir todas as despesas e ainda sobrar para a caridade.

19 dezembro 2009

Dízimo!

Semente de amor; colheita de bençãos!

Neste Natal, o Senhor Jesus pede a todos os batizados que sejam missionários, que peregrinem como ele peregrinava, semeando a palavra em todos os lugares por onde passava e, quando foi para junto do Pai, pediu aos seus discípulos que pregassem o Evangelho no mundo inteiro.
Por isso, lancemos a semente em todo lugar, nos nossos ambientes (trabalho, escola, universidade, bairro), dando testemunho da nossa fé católica, mesmo que a semente seja pequena e pouca como entregar o JP no quarteirão ou organizar um grupo de famílias para os Encontros de Advento, fará a diferença, pois ajudará a marcar a presença da Igreja no mundo para a construção do Reino de Deus.

Quanto ao dízimo, saibas que é indispensável para a vida da paróquia, fonte de bênçãos e prosperidade (Mal 3,10-12) e enraíza no coração do cristão a semente de desapego às coisas materiais e o apego às riquezas celestiais.
A medida de quanto dar vem do coração. (2Cor 9,6-8; Lc 21,1-4). É o próprio Jesus que nos diz: “Daí a César o que é de César e a Deus, o que é de Deus (Mt 21,22); o Dízimo é a parte de Deus. Ele sustenta o sacerdote (Lc 10,7) e a evangelização, auxilia os pobres, órfãos, viúvas, etc. (Mt 25,31-46).


Jornal do Porto Dez/2009
Comentem no blog da Igreja do Porto.

15 outubro 2009

Dízimo e missão

Para que aconteça a missão é preciso dinheiro.
Neste Mês Missionário, decida-se e faça o seu cadastro. A oferta pode variar de 1 a 10% do rendimento de cada membro da família que tenha renda própria, pois o gesto de amor chamado dízimo deve ser uma manifestação pessoal.
Todos devem se sentir responsáveis pela igreja de Jesus Cristo.
Participe da atualização das fichas cadastrais.

07 julho 2009

Proposta de Dizimista

A Paróquia Sagrado Coração de Jesus conta com cada um de seus paroquianos, por isto elaborou uma ficha que saiu em nosso Jornal do Porto.

Por favor a preencha, e entregue na Secretaria da Igreja, situada a R. Alberto Rosa, 251.
Devolva esta proposta o quanto antes, e não esqueça que bom mesmo é tê-lo conosco na comunidade no Dia do Senhor.

Ou envie um e-mail preenchido com os dados pedidos no jornal, como nome, endereço, cep, telefones, e-mail, profissão, etc. para o endereço abaixo:
paroquiadoporto@gmail.com

E deem sugestões para a melhoria do nosso blog aqui.
Participe!
Obrigado!